Luiz Eduardo Costa
Luiz Eduardo Costa, é jornalista, escritor, ambientalista, membro da Academia Sergipana de Letras e da Academia Maçônica de Letras e Ciências. Além desse blog, é colunista do Portal F5 News.
TEXTOS ANTIVIRAIS (95)
04/05/2022
TEXTOS ANTIVIRAIS (95)

 

“A ERA DO GÁS” E O BOTIJÃO A 130 

Da prometida era do gás ao pesadelo dos preços.


Arguto, o governador Belivaldo Chagas entendeu que a prometida “era do gás” não era coisa para tão cedo. Foi sintomática a ausência dele na recente reunião em Aracaju para tratar do assunto requentado do gás, que, por sinal, já deixa de requentar comida nos fogões do pobre. Esteve presente à reunião o Ministro das Minas e Energia Bento Albuquerque e ao seu lado o deputado federal Laércio Oliveira. Vale ressaltar que foi proveitoso o interesse do Ministro por Sergipe, ao mesmo tempo também o protagonismo do deputado Laércio, no caso da transferência da FAFEN, que estava lacrada, indo para a empresa privada UNIGEL. Sergipe voltou a produzir fertilizantes nitrogenados em um momento critico, em que se agravava mais ainda a fragilidade do país num setor estratégico para o nosso agronegócio, e que sempre esteve esquecido para atender aos interesses dos grupos importadores. E assim continua sem merecer a inclusão num projeto de desenvolvimento brasileiro, que o neoliberal-anarquismo vigente enxerga como desnecessário. Afinal, o mercado tudo resolve.
Numa visita que fez há poucos dias a uma indústria em Estancia, o pré-candidato ao governo Fábio Mitidieri foi levado pelo empresário a ver seus fornos que deixaram de utilizar o gás, e hoje ele recorre à madeira certificada vinda de Esplanada na Bahia. Mesmo assim, seus custos diminuíram. E ele pergunta: quando vai começar essa era do gás?
Pelas caatingas sertanejas, o pobre que nem perguntas pode fazer, faz tempo, nesses tempos de Bolsonaro, que esqueceu o que é cozinhar com o gás. Todos os dias as mulheres saem a catar lenha ou gravetos pelas matas raquíticas, e fazem fogo na sua primitiva trempe de pedra. E da panela de barro encarvoada, faz tempo, não sai o cheirinho da “mistura”, que seria a carne de boi, de bode ou de galinha, das piabas conseguidas em alguma barragem onde ainda o peixe não acabou, apesar de tanta tarrafa ou anzol, lançados com a ansiedade da fome. 
E houve agora mais um aumento, e outros virão em breve.
Ah, mas a UNIGEL usa o gás, e vai aumentar a produção, porque está lucrando!
Aí está a essência do perverso modelo econômico do consagrado Posto Ipiranga.
Ele inclui a dolarização dos combustíveis, favorece com isenções o setor agroexportador, acabou, no caso dos alimentos, os estoques reguladores. E na ausência do cereal e da proteína exportados, a inflação dispara. Maior exportador de soja do mundo, o Brasil tem o preço mais caro do óleo de soja para consumo doméstico. O mesmo acontece com a carne, do qual somos o segundo maior exportador.
E entre vender em dólares e suprir o mercado a preços em real, prefere-se, obviamente, a primeira alternativa. Já o agronegócio, por sua vez, é prejudicado pela logística, que usa combustível dolarizado, e compra fertilizantes cada vez mais caros, seja o importado, ou o escasso aqui produzido, por sua vez, também dolarizado. No momento esses setores ainda estão acumulando fortunas, mas a festa não será duradoura. 
E nesse festim diabólico, tanto quem usa o gás para cozinhar, ou 
para produzir, vai chegando ao limite da resistência.
No caso do pobre, o limite é a exacerbação da fome; no caso do pequeno empresário, é a progressiva redução das suas atividades. E isso já acontece hoje pelo Brasil afora. São granjas fechando, criadores desistindo de criar, agricultores plantando sem adubo, e suas safras encolhendo.
Nesse panorama, o gás é apenas mais um item que tornou irrealizado o seu prometido protagonismo, quase miraculoso. E sobre o gás com preços nas alturas, é melhor nada prometer, porque a descrença já é maior do que qualquer marketing de convencimento.

 

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CAUÊ,  E O LIVRO DE SÃO CIPRIANO

Cauê, estaria lendo o Livro de São Cipriano?


Político sergipano, desses que gostam de fazer blague, e assim disfarçar preocupações, dizia, a respeito do publicitário Cauê, que ele tem na cabeceira um livro de São Cipriano.
Isso aconteceu no exato momento em que foi confirmada a presença e o comando de Cauê na estratégia de comunicação do pré-candidato ao governo de Sergipe, o deputado federal Fábio Mitidieri.
Cauê tem uma história nunca interrompida de sucessos em campanhas eleitorais, e a ele já deram até o nome de Bruxo.
No livro de São Cipriano, ele encontraria então o conteúdo cabalístico para alimentar suas supostas bruxarias.
Mas, para uma parte da população o livro de São Cipriano está associado, também, à pratica de artes do demo, ou seja do capeta, ou tantos nomes mais que tenha o esconjurado. Há várias versões do livro de São Cipriano, frequentemente encontrado nas feiras livres do interior, ou até nas melhores livrarias.
Há livros de São Cipriano para todos os gostos.
Cauê, exatamente por ser um intelectual refinado, tem a curiosidade e a ânsia de conhecimento alargada por todo os setores, ou seja, por tudo o que é humano. Assim, ele deve ter em algum momento de descontração se dado ao prazer de saciar a curiosidade, consultando as páginas do livro, aliás atribuídas a um Santo que consta na hagiologia da Igreja Católica, sem as praticas demoníacas a ele equivocadamente atribuídas.
Deixando essas divagações sobre São Cipriano, o que realmente faz preocupar os candidatos em disputa pelo governo nas eleições próximas, é, exatamente, aquilo que tem de melhor em Cauê, e o faz um publicitário disputadíssimo, e assim pode ser sucintamente resumido: ele tem sensibilidade, é poeta; e muita bagagem de conhecimentos acumulada, é um intelectual. 
E vai mais longe: transita com rara capacidade interpretativa pelo complexo campo psico-social.

 

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O FAROESTE DO BRASIL

No faroeste brasileiro é assim. De larápio a Pastor, todos exibem armas.

 

Em meio à azáfama de um grande aeroporto, um passageiro fazendo o chek-in, se na sua bagagem uma arma houvesse disparado, em qualquer país do mundo civilizado seria imediatamente preso. Sairia, provavelmente algemado, até a delegacia de polícia mais próxima. Não foi o que aconteceu em Brasília com o pastor evangélico e ex-ministro da educação Milton Ribeiro.
Os cidadãos desarmados que frequentam aeroportos, a sociedade brasileira pacifica, que imagina estar segura ao circular pelos recintos públicos merecendo a devida proteção do Estado, até agora aguardam uma palavra oficial sobre o insólito acontecimento.
O homem de Deus portava uma pistola Glock-19 – 9mm fabricada na Áustria, e hoje transformada em grife do bolsonarismo. Não custa menos de quinze mil reais. Assim, a apregoada “liberdade”, que o cidadão comum conquista, (segundo o próprio presidente da República) ao possuir uma arma, ou dez, ou vinte, quantas queira, seria apenas um privilégio restrito aos que moram no andar de cima. 
Etimologicamente, pastor é aquele que conduz e ampara o rebanho. Nas imagens da Idade Média o Pastor aparece quase sempre guiando ovelhas com a mão firme a empunhar um cajado, frequentemente usado para afugentar as alcateias de lobos famintos e ferozes. 
Os Luteranos deram o nome de Pastor aos que assumiam as sagradas tarefas de “apascentar o rebanho”, no sentido figurado exprimindo o conteúdo espiritual de quem conduz, pacifica, protege, ou até acalenta os fieis, as “ovelhas”. Perpassa em tudo isso um sentimento bucólico, uma atmosfera de harmonia e paz, onde a presença de armas não só se faz desnecessária, mas é também perturbadora e inconveniente.
O que esperar então de um Pastor de Almas? Em primeiro lugar que ele mesmo seja o exemplo. Não vale aquela expressão marota: “faça o que eu digo não faça o que eu faço”. Se assim fosse seria melhor abrir caminho para os pastores virtuais. Um podcast semanal resolveria tudo.
Ao atrapalhar-se desastrosamente na tentativa de retirar da arma o pente de munições, o pastor demonstrou que não tem familiaridade com revólveres, pistolas, fuzis, rifles ou metralhadoras. Assim, poderá ter sido mais um daqueles arrastados pela onda desarrazoada do faroeste brasileiro. O pastor, que esteve perdido no Ministério da Educação sem entender o que era política educacional, quis aproximar-se ao ninho dos homens armados, também exibindo o passaporte para pertencer à facção turbulenta: trocou a Bíblia pela pistola Glock.
No faroeste americano o revólver à cintura e o rifle no través da sela, eram a comprovação da incapacidade do Estado para alcançar as lonjuras dos ermos por onde entravam as boiadas, os garimpeiros, aventureiros da sorte, e índios, que logo foram sendo exterminados O hábito das armas incrustou-se numa expressiva parte da sociedade americana, e uma entidade civil, a Rifles Association, tem hoje quase tanto poder quanto o do Congresso, unindo a devoção às armas ao interesse da indústria bélica, do comércio, e dos serviços que se multiplicam em torno do ato aparentemente banal de puxar gatilhos. Mas há uma preocupação crescente com a licenciosidade que persiste, e o incremento das cifras trágicas dos morticínios que se repetem.
O faroeste brasileiro chega atrasado no tempo, e com motivações inconsequentes.
Existe aquele lamento do presidente Bolsonaro sobre a incapacidade da cavalaria do exército brasileiro, que não quis imitar o “sucesso” da americana no extermínio de índios.
Uma das motivações do faroeste brasileiro é, entre outras coisas, armar garimpeiros, grileiros e desmatadores, para “cuidarem com mais eficiência” dos índios e de tantos outros Chico Mendes que aparecerem a incomodá-los.
As armas avançam, e chegam ao território sacrossanto da cultura, para impor uma sanguinolenta arte, através da degenerada estética da violência e da morte. Entroniza-se a pistola, cultua-se o fuzil, reverencia-se o gatilho. Formam-se as legiões dos que portam e exibem armas, e eles serão convocados para reeditarem aqui a invasão ao Capitólio. As armas substituirão o voto, caso as urnas revelem resultados adversos.
Está sendo editado um livro, ou manual de uso e exaltação das armas. Vai ser distribuído até nas escolas.
Numa tentativa de conter a inflação o governo recorreu à pratica que tantas vezes se revelou suicida, reduzindo mais uma vez o imposto sobre alguns produtos industrializados. As fabricantes de armas, absurdamente incluídas no benefício agradecem, principalmente a Taurus, que é a preferida do clã. Haveria troca de favores? Até o próprio presidente posou para fotos exibindo um fuzil da Taurus.  Na renúncia de arrecadação perderam a Educação, a Saúde, a Cultura, também os Estados e Municípios.
Para as armas importadas os impostos já foram reduzidos.
Um projeto autorizando a propaganda de armas em todos os veículos de comunicação tramita na Câmara Federal. O autor é o deputado Eduardo Bolsonaro.
Do Exército e da Policia Federal já retiraram o essencial da capacidade de fiscalização e controle que tinham sobre armas.
Escancara-se o cenário do faroeste brasileiro, nele, os “artistas” serão aqueles que tiverem dinheiro para comprar uma pistola Glock, ou um fuzil AR -15.
E fica a pergunta: e quem mal tem dinheiro para se alimentar, vai fazer poupança para comprar uma arma? Então, coitado, segundo o nosso presidente, pobre jamais será um homem livre.
Voltamos assim à Idade Média, onde havia os senhores feudais, cavaleiros armados, pisoteando a gentalha andrajosa e desarmada.
Teremos, segundo a visão social do bolsonarismo, com o dedo no gatilho, duas classes sociais: a dos armados livres, e a dos massacrados, sem pistolas Glock e inermes.
Este o modelo exato da República Bolsonarista Brasileira. 
Algo a ver com a República Bolivariana da Venezuela?

 

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INFORME PUBLICITÁRIO

Deso realiza segunda etapa de combate a ligações clandestinas em Tobias Barreto e seis pessoas são presas

Atuação conjunta com o MPSE, Polícias Civil, Militar e Científica, terá continuidade em todo estado de Sergipe

A segunda etapa da ação de combate ao furto de água em Tobias Barreto aconteceu na manhã desta quarta-feira, 11, em Tobias Barreto, em uma ação conjunta da Companhia de Saneamento de Sergipe – Deso, com o Ministério Público, Polícia Civil, Polícia  Militar e Polícia Científica, que resultou na prisão de seis pessoas em flagrante, outras seguem em investigação. Foi constatada, ainda, ligação clandestina de água em um espaço de festas e eventos no município. Há 15 dias, dez pessoas foram detidas na  primeira etapa da operação, e partir daí o número de solicitações de novas ligações ou regularização aumentou em mais de 600%.

De acordo com o delegado de Polícia Civil de Tobias Barreto, Francisco Gerlândio, tem morador com mais de um ano nessa situação. “A pedido do Ministério Público, a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Científica com os peritos e uma equipe técnica da Deso  estiveram nos imóveis. O desvio do líquido era destinado para casas de luxo, onde servia como fonte de abastecimento de piscinas e manutenção de áreas verdes, além de ambientes com piscinas de grande porte, muitas vezes alugadas para realizar aulas de  natação, assim como, estabelecimentos comerciais onde funcionava um posto de lava-jato destinado, especialmente para caminhões”, explicou. 

Segundo a promotora de Justiça, Luciana Duarte Sobral, o MPSE, por meio da Primeira Promotoria de Justiça de Tobias Barreto, recebeu uma reclamação da Deso e instaurou o procedimento n º 31.22.01.0025 para apurar supostos furtos de água. “Após a  instauração do procedimento e reuniões com todos órgãos mencionados, ajustamos a deflagração de sucessivas operações de campo para a constatação in loco dessas práticas fraudulentas. A prática dessas ligações clandestinas caracteriza crime de furto, por   vezes até furto qualificado, e a constatação da clandestinidade pela polícia no local da fraude faz cabível a prisão em flagrante dos infratores. Em decorrência das operações, algumas prisões foram lavradas e outros casos também foram registrados na delegacia  para fins de investigação. Diante das notícias de inúmeros outros casos semelhantes, novas operações estão sendo programadas para acontecer no município nos próximos meses”, explicou.

De acordo com a Diretoria de Manutenção e Operação da Deso, é uma ação complexa, que envolve toda uma questão operacional da Deso. Tem um desdobramento da parte criminal, mas o foco da empresa é oferecer uma melhor condição de abastecimento à  localidade que está sendo afetada. Para as pessoas que sabem que estão em situação irregular, os Postos de Atendimento da Companhia estão de portas abertas para que elas peçam essa regularização cadastral, e passem a ser usuárias de fato.

“Programa Livro Liberdade para a Alma”, da Deso, leva “Gelateca Sustentável” para o Presídio de São Cristóvão
O objetivo do projeto é incentivar a leitura para além dos espaços físicos das bibliotecas, assim como a sustentabilidade com a reutilização de geladeiras

Na manhã da terça-feira, 10, o Complexo Penitenciário Dr. Manoel Carvalho Neto – Copemcan, Presídio de São Cristóvão recebeu a doação de livros da Companhia de Saneamento de Sergipe – Deso, através do “Programa Livro Liberdade para a Alma”, idealizado pela Gerência Socioambiental, juntamente com a parceria com o “Projeto Gelateca Sustentável”, da Coordenação do Movimento Nacional ODS em Sergipe. Os detentos poderão ter acesso aos livros, com prazo de devolução e posteriormente  renovar o empréstimo a novos títulos.

Com o objetivo de incentivar a leitura, a parceria foi oficializada nas dependências do presídio, e contou com a presença de representantes da prefeitura de São Cristóvão, do Complexo Penitenciário, alguns internos, além da apresentação do Coral “Cantar das Águas”, da Deso e o plantio de mudas doadas pela Companhia. A Gelateca Sustentável ficará disponível no setor administrativo do presídio, onde todos os presos autorizados a circularem pelo local, poderão efetuar o empréstimo. De acordo com a Gerência Socioambiental, foi feita uma reunião inicial com o diretor do presídio, até a presente data de entrega da Gelateca. A expectativa é ampliar o projeto até a Penitenciária Feminina.

Para Sandra Sena, coordenadora do Movimento ODS e Coordenadora de Políticas Públicas para a Comunidade LGBTQIA+ de São Cristóvão, essa é a quarta Gelateca recheada de livros que foi entregue. “O objetivo maior é levar a leitura a comunidades e  espaços onde o acesso a leitura não chega. Conversamos com a prefeitura de São Cristóvão, através da Fundação Municipal da Cultura e Turismo, e foram favoráveis que fizéssemos essa ação junto com a Deso, que é uma grande parceira nossa. Toda equipe  da Deso sempre muito solícita, trazendo os livros e fazendo a plotagem da geladeira. É um trabalho muito importante de inserção social, e de ressocialização dessa comunidade carcerária”, pontuou. 

Para a Gerência de Marketing e Coordenadoria do Coral Cantar  das Águas, o papel social da Deso é fundamental e ações como essa, que visam a ressocialização da comunidade prisional, através de manifestações culturais, como a música e a leitura, vêm coroar a nossa missão de levar Saneamento, qualidade de vida e,  também, novas possibilidades ao povo sergipano.

PARCERIA

Segundo Eden da Silva, vice-diretor da Presídio de São Cristóvão, é um momento de grande utilidade pública. “Recebemos a Gelateca com bastante entusiasmo, com a presença da equipe da Deso, pois sabemos que é um bom motivo, para nós que trabalhamos  com a ressocialização dos internos, então esse projeto é para agraciar os detentos com base na educação. Ressalto também as doações de mudas frutíferas por iniciativa da Companhia de Saneamento, para que possamos colher esses frutos. É um momento de  grande utilidade pública”, disse.

Para Paola Santana, diretora-presidenta da Fundação de Cultura e Turismo de São Cristóvão, Deso sempre está presente nas ações. “O Projeto da Gelateca surgiu de uma necessidade em levar leitura para a comunidade que tem a dificuldade de acesso. Já  fizemos esse projeto em comunidades mais distantes de São Cristóvão, que não possuem biblioteca. Após uma reunião com a Coordenação de Direitos Humanos do município, surgiu essa possibilidade de ocupar o Copemcan, que tem uma grande população em  situação carcerária. Procuramos fazer parcerias e a Deso sempre está presente em nossas ações, tudo que podemos fazer, juntamente como Governo do Estado, estamos colocando em prática. A Gelateca é muito bem recebida pela população, recebemos  doações de livros e de geladeiras de algumas empresas, mas continuamos disponíveis a essas doações para que possamos expandir muito mais”, ressaltou. 

Para Ana Caroline Trindade, diretora de Direitos Humanos, da Secretaria Municipal de Assistência Social, de São Cristóvão, a Deso é uma parceira extremamente importante, pois  fortalece as instituições. “Recentemente o município fez uma Reforma  Administrativa e criamos a Diretoria de Direitos Humanos. Essa ação ja vinha sendo contruída através da Cultura, e agora começamos essa parceria com a população carcerária. Inicialmente era uma demanda para trabalharmos com a população trans em  cárcere, mas com o Projeto da Gelateca, tivemos a possibilidade de expandir. A ideia é possibilitar acesso a questões culturais, dando a importância da ressocialização, com a necessidade de segmentos de cultura. A Deso é uma parceira extremamente  importante, pois fortalece as instituições para a garantia de acesso a população. Que possamos contar e implementar mais projetos como esse com as Diretorias e Secretarias de São Cristóvão”, finalizou.

SOBRE O ODS

Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, foi proposto pela ONU em 2015 e pactuado por 193 países, aqui no Brasil integram a esse Movimento, Sociedade Civil, Organizações Governamentais e não Governamentais, todos trabalhando para o Brasil alcançar  as metas da Agenda 2030. Em Sergipe, são signatários a Prefeitura Municipal de São Cristóvão e a Deso.

Dia das Mães é comemorado na Deso
Mulheres Desianas se reúnem em clima de confraternização e reencontro

Após dois anos sem comemorar a data, devido a pandemia, o Dia das Mães reuniu as mulheres da Companhia de Saneamento de Sergipe – Deso, em um café-da-manhã especial, regado a música ao vivo, brindes e muitas fotos, na praça central da sede. A participação foi visível e a animação tomou conta do evento.

De acordo com a Diretoria de Gestão Corporativa, o Dia das Mães é bem especial, e mostra nesse momento que a Deso valoriza seus colaboradores, e em especial as mulheres, que apesar de ser uma empresa dominante por uma mão de obra masculina, elas  estão bem representadas dentro da Diretoria Executiva, em cargos de gestão, o que é muito bom de ver essa integração e valorização das mulheres na empresa. Parabéns aos parceiros da Deso pelo sucesso do evento: SESI e Associação Desportiva e Cultural  da Deso – ADCD. A expectativa agora é o São João, com o "Arraiá Forró da Gota.

Para a Diretoria Comercial e Financeira, o Dia das Mães é sempre pontuado por um desafio grande para as mulheres, e principalmente quem é mãe, pois é preciso conciliar a maternidade com o profissional. O mercado de trabalho exige muito mais das mães do  que do sexo masculino, dos pais, os dados científicos são assustadores, a Fundação Getúlio Vargas há poucos meses divulgou que apenas 21% das mulheres estão em cargo de direção, e que ao menos 50% das mulheres quando têm seus filhos e retornam ao trabalho,48 meses seguintes, elas são demitidas. Para quem é concursado é um consolo, pois tem estabilidade, mas o mundo é bem cruel. É preciso conciliar os filhos com a carreira profissional, mas ao mesmo tempo que é um desafio, as mulheres são  aguerridas com muito mais foco, pois tem o tempo limitado e tem que ser muito mais aproveitado. Mas ao mesmo tempo trazem qualidades que homem nenhum tem. 

PARCEIROS

Segundo a Diretoria Sociocultural da ADCD, a parceria da ADCD/DESO é necessária e importante pois beneficia todos, sócios e não sócios. E momentos como esse, onde é comemorado o Dia das Mães, é fundamental pelo lazer e descontração proporcionados, trazendo uma renovação para os empregados. 

Para Luciana Goes, assistente administrativo do SESI/SENAI, que representou a instituição parceira da Companhia, o evento solidifica o compromisso da empresa com seus empregados. “O SESI agradece a parceira com a Deso, nesse momento de homenagem  a todas as mães, e estaremos sempre presentes para contribuir com a Companhia. Acho um momento maravilhoso, após uma grave pandemia, é ideal para confraternizarmos, já que a vida está voltando aos poucos a uma normalidade, é preciso estarmos juntos”,  disse. 

O que a água faz por você?

A água traz muitos benefícios para a saúde e o bem-estar das pessoas. Ela hidrata, retira as impurezas corporais, melhora a circulação sanguínea e ajuda na digestão. Sem falar que, além de matar a sua sede, ela também resfria o corpo nos dias mais quentes,  através do suor.

Essas são apenas algumas das funções desse precioso líquido no organismo humano. Por isso, cuidar da água faz bem não apenas para o planeta, mas também para a sua saúde!

Para entrar em contato com a Deso:

0800 079 0195
4020 0195
Whatsapp Deso: (79) 99857 3637
App para android: Deso

Não jogue medicamentos vencidos pelo ralo!

O que você faz quando um medicamento passa da validade?

Não jogue comprimidos, xaropes e outros fármacos vencidos no vaso sanitário, na pia ou no lixo comum.

O descarte incorreto de medicamentos pode prejudicar bastante o Meio Ambiente, contaminando rios e animais, que podem consumí-los acidentalmente.

Existem pontos de coleta específicos, como farmácias e postos de saúde, que farão o descarte correto sem causar danos à natureza.

Para entrar em contato com a Deso:
0800 079 0195
4020 0195
Whatsapp Deso: (79) 99857 3637
App para android: Deso

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