Luiz Eduardo Costa
Luiz Eduardo Costa, é jornalista, escritor, ambientalista, membro da Academia Sergipana de Letras e da Academia Maçônica de Letras e Ciências. Além desse blog, é colunista do Portal F5 News.
TEXTOS ANTIVIRAIS (89)
18/02/2022
TEXTOS ANTIVIRAIS (89)

O  “TOVARISHCHI” BOLSONARO

 

Bolsonaro buscando pelo mundo alguém que o acolha.


Em  1963, a URSS, - União das Repúblicas Socialistas Soviéticas – fez no Rio de Janeiro uma exposição  mostrando suas conquistas, principalmente no campo da tecnologia. Armada no campo de São Cristóvão, a mostra, para ser instalada, necessitou da participação de centenas de operários brasileiros. Os técnicos russos circulavam dando ordens, fiscalizando os serviços,  entre eles, como era usual no seu país, e aliás entre os comunistas do mundo inteiro, tratavam-se por camaradas. 
Era tovarisichi pra cá tovarisichi pra lá, e os brasileiros por perto, só escutando aquela palavra tão repetida numa língua estranha. A pronúncia russa de tovarischi é mais ou menos equivalente ao nome tão brasileiro: Tavares. Os operários cariocas entenderam que todos os russos se chamavam Tavares, e assim, quando um deles passavam eles o saudavam: Tavares, Tavares.
Um jornalista soviético que acompanhava as obras da Exposição, ouvindo aquele forma de tratamento bem característica entre comunistas, enviou um despacho para o jornal oficial da URSS, o Pravda, dizendo-se surpreendido pelas convicções políticas do proletariado brasileiro, que até já usava, cotidianamente, a saudação usual na Rússia, desde a revolução comunista de 1917.  
O comunismo soviético e dos países satélites não chegou a completar cem anos, começou a desabar mais cedo, junto com o abominável Muro de Berlim, em novembro de 1989.
Mas ainda há saudosistas em reduzido número, até mesmo na Rússia. Todavia, em maior quantidade, organizados e sobretudo barulhentos, são os que exorcizam o comunismo, e, ao mesmo tempo, se apegam ao seu fantasma como apavorante bandeira, por oportunismo eleitoral.
O radical e extremado anticomunista Jair Messias Bolsonaro, quem diria, terminou “solidarizando-se com a Rússia” e homenageando a extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas,  pátria mãe do comunismo, ao depositar, contritamente flores, no monumento que é um resquício da história do regime bolchevista.
Foi adiante, e firmou acordos secretos na área sensível da tecnologia de informação e defesa com Vladmir Putin, hoje o líder da extrema -direita mundial, que, todavia, conserva cuidadosamente em conveniente formol o cadáver das estruturas totalitárias da ex-União Soviética, sem desprezar a sua história de agente de primeira linha da KGB, a aterrorizante polícia secreta da URSS.
Bolsonaro foi abrigar-se debaixo da sombra protetora de Putin, tendo perdido o guarda-chuva de Donald Trump, seu inspirador no devaneio autoritário. A Trump ele solicitou a adesão do Brasil à OTAN, o poderoso aparato militar global liderado pelos Estados Unidos, que hoje Putin  tenta afastar das suas fronteiras, e para isso ameaça invadir a Ucrânia.

Assim, o Brasil associado à OTAN embora em desprezível condição, solidarizando-se com a Rússia, sua maior inimiga, torna-se inimigo de si mesmo. Com o agora camarada Bolsonaro, todas as contradições são possíveis. A atitude de Bolsonaro não é surpreendente. Hoje, os russos já esqueceram da palavra “tovarisch.” Há pouco tempo,  a Rússia era enxergada como uma ameaça à civilização ocidental, inclusive pelo bolsonarismo.
Os extremos, que se caracterizam pelo sentimento comum do desprezo à dignidade humana, exaltação fanática ao Estado ou à crença, aversão à democracia, e à  diversidade, não demonstram qualquer constrangimento, quando circunstancialmente se abraçam. Basta lembrar do episódio infame do Pacto entre Hitler e Stalin em setembro de 1939, que deu início à Segunda Guerra e à matança nos países invadidos. Os dois abutres, então aliados, compartilharam despojos dos vencidos.
Com o fim da guerra fria após a derrocada do colosso soviético, e a política contemporizadora inaugurada por Gorbatchev, imaginou-se, embora equivocadamente, - como viriam a demonstrar os anos seguintes, - que o mundo evoluiria para a desmontagem dos arsenais nucleares e redução progressiva dos seus exércitos, tendo desaparecido a polarização entre capitalismo e comunismo. Sonhou-se com as sobras dos fabulosos recursos destinados ao aparato bélico,  transformados em investimentos produtivos, num mundo de paz, onde até se poderia imaginar o fim das desigualdades calamitosas  existentes nos países periféricos, e até naqueles no topo de uma riqueza desconexa.
Não se deram conta, certamente, daquela grave denúncia sobre a existência de um Estado Militarista, feita pela mais abalizada pessoa, o general Dwight Eisenhower, comandante das tropas aliadas na Segunda Guerra, e duas vezes presidente dos Estados Unidos.
Para o poderoso complexo industrial – militar, que exercia o controle político tanto nos Estados Unidos como nas potências europeias capitalistas, a paz completa, como um dia sonhou o filósofo alemão Emmanuel Kant, seria uma utopia irrealizável, que daria fim ao mais lucrativo dos negócios: o das armas.
Putin e Bolsonaro adoram armas. Neste caso, aquelas, cibernéticas, que poderão transformar em tumulto as próximas eleições. Restam-nos torcer para que aqui não ocorra algo como a invasão do Capitólio, articulada pelo inconformismo do derrotado Donald Trump, aliás, fazendo parceria com Putin, com quem alimenta sintonias totalitárias.

 

LEIA MAIS

 

AS TRAGÉDIAS, O ORÇAMENTO A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA

A Polícia Federal combatendo o garimpo ilegal e o desmatamento na Amazônia que o presidente estimula. Por isso delegados já foram exonerados.


A tragédia chegou agora a Petrópolis. Não é a primeira vez. A charmosa cidade nas montanhas do Rio de Janeiro cresceu subindo os morros, onde há ricos de um lado e quase favelados do outro.
Os elementos estão em fúria. O volume de chuvas, como já cansaram de advertir os cientistas que estudam os efeitos do aquecimento global, tem aumentado, chegando a limites muito além das previsões feitas.
Mas não são apenas as chuvas, ou trombas d`água, o mundo se vai tornando distópico, tanto no ambiente  humano, como no natural, e nisso, parece que ambos se contaminam cada vez mais.
São tempestades, nevascas, secas alongadas, os mares em transformação. De repente, tudo se vai tornando inapropriado à vida normal.
E há os que negam tudo isso, descobrindo até que a terra é redonda.
Chegando a Petrópolis assustada, e de luto, o presidente Bolsonaro, foi, sem dúvidas, pontual. Mal desceu em terra vindo do seu périplo de abraços e solidariedades a extremistas, tomou um helicóptero e foi ao local da catástrofe, ao lado de ministros para anunciar providências. Mudou de comportamento com a proximidade das eleições. Isso é bom, desde que não seja confundido com palanque eleitoral.
O presidente referiu-se às limitações orçamentárias, para que,   tempestivamente, fossem realizadas as obras de prevenção das quais Petrópolis há muito tempo carece. O desastre atual não é culpa dele. Mas a carência orçamentária é um desculpa insustentável, num país  que sob Bolsonaro, e sob as bênçãos dele, criou a ignomínia que se chama orçamento secreto; ou a farra indecente, na qual se juntaram o Legislativo e o Executivo, para usarem da forma que bem entenderem, e sem prestar contas um volume astronômico de recursos, na sua maior parte dilapidados, pela “ética” eleitoreira e impudica como são manipulados.
Recorde-se, aqui, por oportuno, que o candidato petista ao governo de Sergipe, senador Rogério Carvalho, votou a favor do orçamento secreto. 
O presidente, e o centrão que ele já rimou com “ladrão”, e também “maleáveis”,como o senador petista sergipano, hoje, se fazem parceiros do mesmo orçamento. Ladrões, são todos os que não estão ao meu lado, teria concluído o mutante capitão.
Assim, sempre faltarão recursos orçamentários.
Registre-se, no caso de Petrópolis, e em todas as outras tragédias ultimamente vividas a insuperável solidariedade humana dos brasileiros, o heroísmo de voluntários, e dos que se envolveram diretamente nas ações de salvamento, a competência sempre presente dos Bombeiros Militares.
Enquanto o clima se enfurece, a Amazônia vai sendo queimada pelos grileiros, escavocada pelos garimpeiros contrabandistas, mais ainda, agora, pela liberação afrontosa do garimpo chamado “artesanal”. Em Budapest o presidente dizia ao seu “novo irmão”, o nazista húngaro Orban, que o Brasil mantem íntegras as suas reservas florestais; e aqui, a Policia Federal ainda autônoma, concluía e divulgava um preciso e minucioso relatório demonstrando os efeitos espantosos do garimpo ilegal sobre o conjunto da floresta, e dos seus habitantes vulneráveis, dos bichos mesmos, ao bicho homem, ou mulher, evidentemente. 

 

INFORME PUBLICITÁRIO

POR QUE VOCÊ PRECISA TER UMA CAIXA D' ÁGUA EM CASA?

A caixa d'água garante o abastecimento do seu imóvel quando é necessário fazer uma interrupção temporária no fornecimento, no caso de uma manutenção na rede de distribuição, por exemplo. Assim, caso o abastecimento seja paralisado por um período, os imóveis equipados com o reservatório domiciliar não sentirão os efeitos da falta de água.

O reservatório deve possuir capacidade para armazenar o volume de água adequado para garantir um consumo equivalente a 24 horas ininterruptas. 

Para decidir o tamanho da caixa d'água que o seu imóvel precisa, é preciso levar em consideração uma estimativa de consumo diário de 200 litros por morador. Por exemplo: Se em sua casa residem 5 pessoas, adotando-se a média de 200 litros por pessoa, a caixa d'água deverá ter a capacidade de 1.000 litros.

Depois de instalado, o reservatório domiciliar demanda alguns cuidados. É imprescindível realizar a limpeza a cada seis meses, para prevenir risco de proliferação de vírus e bactérias, além de mantê-la sempre fechada para evitar a entrada de ratos e insetos, incluindo o Aedes Aegypti, o mosquito da dengue.

Se você ainda não possui um reservatório em sua casa, está na hora de rever os seus conceitos. Caixa d'água é mais que uma necessidade! É certeza de água na torneira sempre!

Deso é parceira da Universidade Federal de Sergipe no projeto “Reuso de Água Residuária do Semiárido”

Por conta da limitação hídrica encontrada na região do semiárido sergipano, a Universidade Federal de Sergipe (UFS) está realizando uma pesquisa na Estação de Tratamento de Esgoto de Nossa Senhora das Dores para o reuso da água tratada do esgoto para a irrigação. O projeto chamado “Reuso de Água Residuária do Semiárido” é liderado pelo professor do Núcleo de Engenharia Agronômica do campus do Sertão, em Nossa Senhora da Glória, Marcos Eric Brito. O experimento foi realizado em uma plantação de 1 m² na área da nossa Estação de Tratamento com 3 tipos de palma, espécie escolhida por sua abundância na região semiárida e por sua importância na alimentação dos animais.

Os resultados parciais são considerados promissores diante do padrão de qualidade da água residuária a ser utilizada para a irrigação e toda a produção será transformada em alimento para o gado leiteiro, além da doação de mudas para os produtores rurais.

O projeto tem parceria com a DESO, Instituto Nacional do Semiárido (INSA), Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e Secretária da Agricultura de Nossa Senhora das Dores.

Programa mão amiga pró-sertão bacia leiteira auxilia milhares de famílias sergipanas no período da estiagem 
Governo de Sergipe alerta criadores para prazo de entrega da contrapartida nos escritórios da Emdagro

Até o dia 10 de março, os pequenos criadores inscritos no programa mão amiga pró-sertão bacia leiteira devem entregar a comprovação de realização dos exames de brucelose e tuberculose e da vacinação de brucelose dos seus rebanhos, nos escritórios locais da empresa de desenvolvimento agropecuário de Sergipe (Emdagro). Essa é a contrapartida que os beneficiários devem apresentar para garantir sua continuidade no programa. a terceira parcela de r$ 250 do benefício será creditada pelo governo de Sergipe no próximo dia 25 de fevereiro, aos 2.158 produtores já cadastrados no programa.

Os exames devem ser feitos em todos os animais; enquanto a vacinação de brucelose, apenas nas fêmeas. A relação de veterinários hábeis para exames e vacinação pode ser encontrada no site www.emdagro.se.gov.br. com a medida, o governo de Sergipe incentiva a sanidade animal e a qualidade dos produtos oriundos da pecuária, através da vacinação dos rebanhos.

Executado pela secretaria de estado da inclusão social (SEIAS) em parceria com a Emdagro e o Banese, o programa foi criado em agosto de 2021 para mitigar os efeitos da estiagem na cadeia produtiva do leite no alto sertão sergipano, através da concessão de um benefício de r$ 1.000, dividido em quatro parcelas. elas serão pagas anualmente, nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e março, a até 3.700 criadores que tenham até dez cabeças de bovinos leiteiros, sendo pelo menos uma fêmea.

Com isso, são amparadas pelo benefício, até o momento, 2.158 famílias de pequenos criadores que, no período de estiagem, costumavam enfrentar maior situação de vulnerabilidade social. além disso, o programa também prevê a realização de ações de capacitação para as famílias beneficiárias, com vistas ao aumento da produtividade dos rebanhos e melhoria da qualidade do leite produzido. 

A nova modalidade do mão amiga abrange famílias residentes nos municípios de nossa senhora da glória, poço redondo, Canindé de São Francisco, Gararu, porto da folha e monte alegre. No final de janeiro, foi paga a segunda parcela aos primeiros 1.008 inscritos no programa. Já os 1.150 que se inscreveram depois receberam, na primeira semana de fevereiro, o valor acumulado de dezembro e janeiro. Só nas duas primeiras parcelas, o governo de Sergipe injetou mais de r$ 1 milhão na economia dos  municípios beneficiados.

 

Tribunal de Justiça de Sergipe confirma, em liminar, a legalidade da tarifa de esgoto em Itabaiana

A Companhia de Saneamento de Sergipe – DESO obteve importante vitória na Justiça. O Tribunal de Justiça de Sergipe, deferiu liminar caçando a decisão do juiz da 1ª Vara Cível de Itabaiana que havia suspendido a cobrança da tarifa de esgoto. O Tribunal de Justiça ratificou assim a legalidade da cobrança da tarifa, uma vez que o serviço de esgotamento está disponível na sede do município. O TJ/SE, na mesma decisão, também legitimou o percentual da tarifa de 80% cobrado pela Deso. Importante destacar que  esse valor é um dos menores aplicados no país, pois em algumas cidades o valor da tarifa de esgoto já está fixado entre 100% e 120% da tarifa de água.

Vale ressaltar que o Tribunal de Justiça de Sergipe, assim como os demais Tribunais do país, bem como o Superior Tribunal de Justiça já havia confirmado a cobrança da tarifa de esgoto pela mera disponibilidade, o que foi legitimado com o Novo Marco Regulatório, Lei 14026/2020. 

Esgotamento Sanitário: importância e investimentos

A falta de condições adequadas de saneamento pode contribuir para a proliferação de inúmeras doenças parasitárias e infecciosas além da degradação do corpo da água. A disposição adequada dos esgotos é essencial para a proteção da saúde pública. O sistema de coleta e tratamento evita a contaminação das pessoas e a transmissão de doenças. É fundamental a rede e tratamento do esgoto para conservar o meio ambiente naturais, pois o despejo de esgoto nas águas dos rios ou no mar provoca poluição e  pode causar a morte de peixes e de outros animais. A destinação inadequada de esgoto é uma das principais causadoras da poluição do solo, de mananciais de superfície e de cursos d' água.

Remover os poluentes da água utilizada pela população e devolvê-la aos corpos hídricos tratada e em boas condições conforme as exigências da legislação e dos órgãos ambientais é a principal função de uma Estação de Tratamento de Esgoto, cujos resultados proporcionam impactos diretos na saúde das famílias, e, principalmente no equilíbrio dos ecossistemas do planeta.

A Deso tem investido em esgotamento sanitário em diversas localidades do Estado. Atualmente 98% da população é abastecida com rede encanada de água e vem avançando em um ritmo acelerado na cobertura de esgotamento sanitário. A Grande Aracaju está com 65% de cobertura de tratamento de esgoto, com obras em andamento para alcançar 90% de cobertura. Tem obras, em Lagarto, Itabaiana e em Nossa Senhora das Dores. Em Brejo Grande, Itabi, Pacatuba, Canindé do São Francisco as obras já acabaram. Ao todo, a Deso já investiu mais de 1 bilhão de reais em esgotamento sanitário.

A TARIFA SOCIAL é um programa mantido pela DESO que oferece tarifas diferenciadas para clientes de baixa renda em todo o Estado.

No programa, o imóvel é cadastrado na categoria RESIDENCIAL SOCIAL e, com isso, a conta de água recebe descontos que variam de 20% a 50%, de acordo com o consumo, limitado a até 20m³ mensais.

Para solicitar a Tarifa Social, o cliente deverá providenciar cópias dos seguintes documentos: RG, CPF, extrato recente de benefício social, conta de energia e comprovante de renda se houver. Também é necessário preencher o Questionário Socioeconômico (disponível em nossas Lojas de Atendimento ou pelo site www.deso-se.com.br/menu/tarifa-social).

IMPORTANTE: O benefício da TARIFA SOCIAL é válido por 24 meses e pode ser renovado.

Para mais informações, procure uma das nossas Lojas de Atendimento ou ligue para a Central de Relacionamento 4020-0195.

Com a Lei de Zoneamento Costeiro, o Litoral Sul de Sergipe tem novas oportunidades

No dia 11 de fevereiro, um grande passo para o desenvolvimento do Estado de Sergipe foi dado. Trata-se da sanção da lei Nº 8.980, que versa sobre o Zoneamento Costeiro do Litoral Sul de Sergipe.

Junto com o poder executivo, a Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe aprimorou e pôs em prática a lei que se baseia nos apontamentos do Plano de Desenvolvimento Sustentável de Sergipe, tendo como objetivos centrais contemplar atividades  econômicas, fortalecer instrumentos de licenciamento, estabelecer diretrizes de uso do solo e ampliar as perspectivas para novos investimentos. 

O Litoral Sul da Zona Costeira de Sergipe está definido como a faixa marinha que se estende até 12 milhas náuticas, bem como a faixa terrestre que inclui o trecho do Rio Vaza-Barris até o Rio Real.

A lei é um marco para o desenvolvimento dos municípios de Itaporanga D' ajuda, Estância, Santa Luzia do Itanhy e Indiaroba, que logo colherão os frutos de uma economia baseada na sustentabilidade, respeitando os recursos naturais, gerando emprego e renda para o povo sergipano.

Lei de Zoneamento Costeiro. Porque acreditamos em nosso futuro.

Voltar