Luiz Eduardo Costa
Luiz Eduardo Costa, é jornalista, escritor, ambientalista, membro da Academia Sergipana de Letras e da Academia Maçônica de Letras e Ciências. Além desse blog, é colunista do Portal F5 News.
TEXTOS ANTIVIRAIS (74)
20/09/2021
TEXTOS ANTIVIRAIS (74)

MITIDIERI AGUARDANDO UM ESPERADO DIA DO FICO

(Mitidieri esperando de Edvaldo o seu Dia do Fico)

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, já tem na história um lugar reservado como um dos três melhores administradores da nossa capital. Conseguiu a proeza rara de ser eleito para um quarto mandato. Isso se deve às suas qualidades como administrador, político, e também à unidade do grupo formado por vários partidos e lideranças do qual ele parte.

Edvaldo e sua esposa a engenheira e empresária Danuza, são maratonistas, participam de competições de triatlo, fazem trilhas no grupo da Expedições Serigy, que anda e mais ainda dialoga pelos caminhos sobre tudo o que se puder imaginar, inclusive política, arte, cultura, e até mexericos. Edvaldo tem tudo para se considerar um vencedor polivalente.

Ele acumula experiência política aliada a uma sábia dose de comedimento e sensatez, por isso, ainda nos quadros do PC do B, envolveu-se com as áreas conservadoras, foi recebido até efusivamente pelo ex-ministro de Bolsonaro o general Santos Cruz, que encaminhou os seus pleitos, e assim, manteve sempre contato com Brasília. Antes, no governo Temer, quando iniciou-se a retaliação contra o governo de Jackson Barreto, que não cessou suas imprecações sobre o “golpe contra Dilma”, liderado por Michel Temer, seu correligionário e amigo, desde os primórdios do partido oposicionista tolerado pelo regime militar. Temer não o perdoou, e Sergipe pagou o preço, apesar das posteriores e reiteradas tentativas de superar o problema em nome do interesse público, feitas por Jackson e seu Secretário Benedito Figueiredo, amigo e ex-colega de Temer na bancada emedebista da Câmara Federal.

Edvaldo, nesse interregno complicado, aproximou-se do líder de Temer no Congresso o deputado André Moura, e dai em diante foram carreados recursos para a Prefeitura de Aracaju. Edvaldo foi mais longe: tendo no Planejamento a competência do técnico e previdenciário Augusto Fábio, entre outros, articulou financiamentos internacionais, fez, ao suceder João Alves, um extraordinário trabalho de enxugamento, e superou os rombos deixados pelo grupo esperto que se aproveitou do estado de quase demência mental em que se encontrava o grande administrador público três vezes governador bem sucedido, para, à sorrelfa, devastar os cofres. Na ocasião, é bom lembrar que o amigo e parceiro de João na maioria das suas essenciais obras o engenheiro José Carlos Machado, denunciou a existência de uma quadrilha, agindo e traindo a confiança do então prefeito.

Edvaldo organizou a prefeitura, deu-lhe operacionalidade e sustentação financeira, e vai surfando agora no êxito da terceira administração, recepcionado positivamente pelos sergipanos, como demonstram as pesquisas sobre as preferências dos votantes.

Amigos e companheiros de jornada, mais íntimos, estimulam Edvaldo a rever a sua posição anterior de não afastar-se ainda no meio do mandato para concorrer no próximo ano ao governo do estado. Isso causou uma surpresa e até constrangimentos no grupo ao qual o prefeito de Aracaju pertence, e do qual sempre teve o apoio.

O deputado Fábio Mitidieri, jovem e já experimentado político, com ótima atuação na Câmara Federal e posições políticas que o diferenciam da manada extremista, tão intolerante quanto avessa aos rituais democráticos, ganhou, por isso, um espaço largo de simpatias, entre lideranças, e nas diversas camadas da sociedade, que nada mais querem do que um clima de paz, para que se possa trabalhar e retirar o país da rota de colisão com o imprevisível.

Fábio, na sua atividade parlamentar, dedica-se desde o primeiro mandato a articular-se com lideranças e intensificar o diálogo coloquial e direto com o povo, e daí surgem as suas emendas, direcionadas sempre às principais demandas populares.

Nesse rumo, encontrou-se com um outro jovem, o ex-deputado federal André Moura, que formou um sólido grupo de apoiadores, e tem presença marcante em quase todos os municípios, pelas emendas que tornaram possível um vigoroso trem de obras por todo o estado.

André é fortíssimo candidato ao Senado, numa disputa com apenas uma vaga.

Ao governador Belivaldo Chagas, o grupo, que tem um cabedal vistoso de vitórias eleitorais, delegou a prerrogativa de ser o coordenador do seu processo sucessório, o que ele agora faz com a autoridade acrescida, por não ser candidato, já decidido a cumprir até o fim o seu mandato. Com esse handicap, e mais o reconhecimento público de ter recuperado as finanças estaduais, modernizado o sistema arrecadador, enfrentado com pleno êxito a pandemia, sem tirar de vista a gravidade da questão social, e a necessidade de realizar obras e gerar empregos, Belivaldo tem nas mãos a chave que abrirá o caminho ao candidato que vier a figurar como o centro de convergência das lideranças politicas, para que ele possa, então, começar a tarefa ainda mais árdua de conquistar o apoio popular, em última instância o essencial. E definidor.

Não parece haver maiores resistências ao nome de Mitidieri entre os “caciques da tribo”, que aliás é numerosa. Laércio Oliveira, um deputado federal que dedicou seu mandato a um trabalho de preparação de Sergipe para a promissora e quase já consolidada era do gás, e das suas implicações no conjunto da economia do estado e do país, mostra-se disposto a um acordo que viabilize a manutenção do grupo. O mesmo ocorre com o Conselheiro do Tribunal de Contas e ex-deputado estadual Ulices Andrade. Ele teria de afastar-se já no início do próximo ano definitivamente do TC, para tornar possível a sua candidatura ao governo, e isso quando tem pela frente mais de dez anos até a aposentadoria compulsória. Ulices desfruta da boa fama de articulador engenhoso, lastreado no crédito amplo que merece a sua palavra.

Restaria, no caso, a adesão imprescindível de Edvaldo, que teria, parodiando o Príncipe Regente Dom Pedro, de propalar em viva e sonora voz: “Como é para o bem do candidato Mitidieri e felicidade geral de todos os meus aliados, que desejo manter para o futuro, digo a Belivaldo que fico na Prefeitura”.

Edvaldo, até em homenagem à nossa história, poderia fazer isso no dia 9 de janeiro de 2022, quando se comemora o bicentenário do dia do FICO.

Com isso, todos os caminhos estariam abertos para Fábio Mitidieri, que começaria a conversar muito em busca de um nome consensual para candidato a vice. No páreo já está em movimento o deputado Luciano Bispo. Talvez seja ele o articulador político com maior dose de proatividade entre todos os poderes, e a ele se deve o soerguimento da imagem institucional do nosso Legislativo. Luciano, na condição de presidente da Assembleia, estabeleceu uma sintonia fina com os grandes temas de interesse público, notadamente, as estratégias para o desenvolvimento de Sergipe.

Estaria agora, crescendo a ideia de abrir vaga para um nome feminino, e isso é uma homenagem, ou melhor, o reconhecimento do papel exercido hoje pelas mulheres em todos os setores da vida pública, iniciado quando João Alves convidou Marília Mandarino, para ser a sua vice; depois, Belivaldo convidou Eliane Aquino, viúva de Marcelo Déda, atual vice governadora de Sergipe.

Muito comentado o nome da deputada estadual e empresária Janier Mota Santos Primo, que soma ao seu nome o prestígio e a visão empreendedora e social da sua irmã Jânia Mota, líder do grupo Natville, que move grande parte da cadeia de produção leiteira em Sergipe.

Mas, enfim, não é sensato avaliar depreciativamente a candidatura do petista Rogério Carvalho, senador que tem usado o seu mandato para ampliar bases politicas, e ocupará o palanque do candidato inegavelmente mais cotado: o velho Lula, tanto de guerra como de paz. E, aliás, existe a sensação de que os possíveis adversários de Rogério gostariam de ocupar o mesmo palanque, ou, torná-lo neutro no que se refere a Sergipe, onde tudo converge a favor do ex-presidente.

Recentemente, Rogério teve uma longa e, ao que dizem seus assessores, muito produtiva conversa. Exatamente com o ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Franscisquinho, cuja prisão parece que o tornou ainda mais forte eleitoralmente. Disse Rogério para acabar de conquista-lo: “Franscisquinho, você sabe que eu sou um trator, quando entro numa campanha passo por cima de tudo (ele não explicitou se passaria a sua máquina “turbinada” também por cima da ética) que estiver na minha frente, e assim ganhei todas as eleições, e sou senador, quando diziam que eu seria o azarão na disputa. Você é outro trator, e demonstra isso todo dia. Se esses “dois tratores” ficarem juntos, nós vamos ter por muito tempo o poder em Sergipe”.

Nas eleições de 1958 e 1962 o candidato a deputado federal Euvaldo Diniz, dizia nos comícios: “Eu sou um trator descendo sem freios a ladeira do Santo Antônio, e para defender o povo, passo por cima de tudo”.

Ganhou nas duas eleições. Naquela época o “trator” ainda não tinha um significado dúbio, e era apenas uma até ingênua figura da retórica populista.

Dizem que Franscisquinho não respondeu a esse convite para “tratorarem Sergipe”, mas, balançou muito a cabeça em sinal de aprovação.

Fez igualzinho ao papagaio mudo.

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O MILHO NA ECONOMIA SERGIPANA E OS NOSSOS PERÍMETROS IRRIGADOS

(Sergipe, seus milharais e o que eles rendem)

O milho, antes cultivado em pequenas roças de subsistência, ou, destinado às fogueiras juninas, há vinte anos não tinha maior expressão no conjunto da economia sergipana. Quase 80 % daquele cereal consumido em Sergipe, provinha de outros estados.

Tínhamos muito apego às culturas tradicionais: a cana para as usinas, o pasto para o gado, o coco e a laranja, ambos, sinalizando a decadência.

Plantar intensivamente o milho nas áreas irrigadas tornou-se difícil. A planta consome muita água, e não há fartura do “precioso líquido” para sustentar a produção em escala.

Optou-se pelo plantio em sequeiro, no agreste, e até no semiárido, aproveitando-se os recursos da tecnologia então disponíveis: a genética das espécies de ciclo curto, fertilizantes adequados, e a eficácia dos agrotóxicos ainda indispensáveis.

Ao longo de uns vinte anos se deu a grande transformação. Agora, os resultados saltam à vista. Nos milharais a mão de obra intensiva vai sumindo, todavia, a renda gerada traz benefícios, que se fazem claramente visíveis no progresso de polos como Nossa Senhora da Glória, Carira, Frei Paulo, Nossa Senhora Aparecida, Simão Dias, Poço Verde. Nos rastros das camionetes reluzentes, das máquinas de última geração, nas lojas, nos bares, nos hotéis que se multiplicam, na frota cada vez maior de motos, as oportunidades de emprego vão surgindo, e os filhos de agricultores já nem sabem mais o que é trabalho braçal, imaginam-se pilotando uma daquelas máquinas que preparam a terra, plantam, colhem, beneficiam os produtos. O perigo, agora, é o fascínio das grandes cidades atraindo todos aqueles que, faz tempo, trocaram a enxada pelo computador.

Este ano o custeio do plantio de milho cresceu mais de 50%. Ao Banco do Nordeste corresponde a maior parcela de financiamentos com recursos do Fundo Constitucional do Nordeste. O BNB aplicou 231 milhões de reais em cerca de duas mil operações de custeio, o que corresponde a 32% do valor global dos seus contratos.

O BANESE, na proporção dos seus recursos disponíveis também se fez presente. Com a anunciada venda de ações, o banco terá no próximo ano mais recursos para aplicar em Sergipe.

O Superintendente do BNB em Sergipe, Cezar Santana, que incentiva uma espécie de busca ativa do produtor para levar-lhe a possibilidade do crédito, baseia-se nos números do IBGE projetando um crescimento da safra deste ano superior a 4%, um excelente resultado , levando-se em conta que as chuvas foram irregulares em diversos municípios produtores, mas, a elevada produtividade alcançada, aproximando-se de seis toneladas por hectare, aponta para uma produção em torno de 890 mil toneladas.

Seis toneladas por hectare correspondem a 100 sacos de 60 quilos; estimando-se um preço médio de 90 reais por saco, chega-se a uma soma de 9 mil reais por hectare; considerando-se 77 mil hectares de área plantada, surge a soma de quase 700 milhões de reais, uma quantia que não deixa de ser expressiva.

Diante do alto preço alcançado pelo milho, há quem defenda a intensificação do plantio nos perímetros irrigados, neles, ainda se está em busca de um cultivo que lhes assegure maior renda, como é o caso do Califórnia em Canindé do São Francisco, e do Jacaré-Curituba entre Poço Redondo e Canindé, este, gerenciado pela CODEVASF. O ex-deputado Jose Carlos Machado, que extravasa seu entusiasmo pelo milho, tem cálculos demonstrando a possibilidade nas áreas irrigadas de serem colhidas duas safras por ano. Assim, quase dobraríamos a produção sergipana.

Todavia, existe o obstáculo representado pela redução no fornecimento de água. Uma adutora começa no topo da barragem da hidrelétrica de Xingó, adiante se bifurca, direcionando-se aos dois perímetros. O problema da água terá, então, de ser tratado em conjunto: pela COHIDRO, estatal sergipana, e a CODEVASF, empresa federal. Essa necessidade de mais água é uma deficiência que se agrava com o passar do tempo. Houve a obsolência do sistema de bombeamento, os canais que cortam o perímetro precisam de urgentes reparos, da mesma forma os reservatórios onde se acumula a água. Foi posto em operação novo sistema de bombas, mas, os motores antigos e com rendimento baixo, necessitam ser substituídos, ou recondicionados. Pelos canais, com rachaduras, perde-se uma grande quantidade de água, em Canindé há diversos “gatos”, inclusive nos serviços da Prefeitura, que permanecem impunemente “ativos”.

Há uma premente necessidade de equacionamento do tempo necessário de bombeamento, para suprir plenamente a demanda dos perímetros, inclusive, visando assegurar o cultivo mais rentável de espécies que exigem maior suprimento de água, como é o caso do milho. Considerando-se o preço da energia em face da imprevidência do governo federal, e o agravamento da crise hídrica, impõe-se uma decisão conjunta das duas estatais sobre um indispensável investimento numa fotovoltaica, capaz de alimentar todo o sistema, e a médio prazo reduzir custos.

A COHIDRO é uma empresa emperrada por uma estrutura que nasceu e deteriorou-se ao lado da influência deletéria de interesses eleitorais, estimulando o empreguismo e as facilitações. Em função da visão pessoal de cada gestor, ocorreram alguns avanços; mais recentemente, durante os períodos de Felizola e Carlos Melo. Todavia, o que se observa rotineiramente, é a improvisação e os desacertos, na ausência de planejamento e metas a serem alcançadas.

Preenchendo as lacunas de gestões medíocres e enfatuadas, o empreendedorismo da gente de Itabaiana e dos entornos, como Areia Branca, nos perímetros ali existentes, faz surgirem prodígios na produção de verduras e grãos, e se vai criando uma sólida classe média rural. O Balde Cheio, programa lançado há uns oito anos no perímetro Jabeberi, em Tobias Barreto, utilizando o método de pastagem Voisin, vem dando resultados apreciáveis. Mas, apesar das determinações do governador Belivaldo Chagas não se conseguiu, na COHIDRO, dar sequência ao projeto de privatização do perímetro Platô de Neópolis, onde há empresários eficientes, e para lá se voltam, também, os olhares de um grupo chinês interessado na compra.

O desenho geopolítico que se forma no mundo, agora com os Estados Unidos e Inglaterra oferecendo tecnologia de submarinos nucleares à Austrália, para contrabalançar a influência chinesa no Pacífico, faz supor que o governo chinês comece uma retaliação econômica contra a Austrália, reduzindo as compras dos seus principais produtos, dos quais o Brasil é o mais forte concorrente; por outro lado, a França, também derrotada pelos Estados Unidos na venda dos seus submarinos à Austrália, poderá adotar represálias que abrem mais janelas para o Brasil, se tivermos inteligência para enxergá-las. É exatamente na agricultura que estão essas principais “janelas”, e Sergipe, miudinho, poderá enxergar nelas uma pequena fresta. Assim, teremos de sair do improviso, e fortalecer o nosso agronegócio, como é por exemplo o caso do milho, e, por via de consequência, surge a necessidade de modernizar os perímetros irrigados, hoje, apresentando cifras bem abaixo daquilo que podem render.

A chegada de Zeca Silva ao espaço estatal da agropecuária é um alento em favor das mudanças de rumo, que, em caráter de urgência Belivaldo demonstra querer.

INFORME DESO

Ecoponto é instalado na Deso

O objetivo é disponibilizar o local para coleta e descarte adequados para vários tipos de resíduos

A Companhia de Saneamento de Sergipe – Deso, através da Gerência Socioambiental – GESA e Gerência de Meio Ambiente – GMAM, sempre atentos a soluções que possam contribuir com a preservação do meio ambiente, desenvolveram projeto e instalaram um Ecoponto na sede da empresa, localizado nas proximidades da saída de veículos pesados. O local, que já está funcionando, serve para a coleta e descarte adequados, para vários tipos de resíduos.

De acordo com a diretoria de Meio Ambiente e Expansão, a ideia do Ecoponto surgiu de uma análise, onde foi constatada a carência na empresa. Seria necessário um local que pudesse reunir e fazer o descarte adequado de diversos resíduos. Desde então, foi lançada a ideia de criar o Ecoponto e nessa trajetória, o apoio das equipes da GMAM e da GESA, foram fundamentais no desenvolvimento do projeto, na contratação dos coletores, na especificação do procedimento a ser adequado para operacionalizar o Ecoponto.

SUSTENTABILIDADE


Mais um passo em direção a sustentabilidade, tendo em vista que a Deso é uma empresa que tem uma ligação intrínseca com o meio ambiente. Agora, temos um instrumento para poder garantir a coleta e o descarte adequados, não só daqueles resíduos usualmente reciclados como plástico, papel e vidro, mas também para resíduos perigosos e contaminantes como óleos lubrificantes, resíduos dos  laboratórios, e todos eles agora terão, através do Ecoponto, uma coleta e descarte adequados ao meio ambiente. 

Segundo a gerência da GESA, há muito tempo que as equipes queriam implantar o Ecoponto na sede para darem início ao trabalho de conscientização junto aos funcionários, assim como trazer o pessoal do interior para começar a depositar os resíduos de forma seletiva. É um estimulo à prática correta, tanto em educação ambiental quanto da consciência socioambiental. A ideia é que o “Ecoponto 01” fique na sede mas que possa ser implantado em cada unidade regional do interior, um em cada distrito e outro no nosso almoxarifado central, e que isso possa ser difundido para que seja alcançado esse anseio que já vem de outras gerências e da própria diretoria de Meio Ambiente, e que agora começa a se concretizar. 

ECOPONTO NA PRÁTICA

A gerência da GESA explica que o funcionamento do Ecoponto é uma premissa para que seja iniciada a operação do reuso do material reciclado e não reciclado, e para que seja dado o andamento em um contrato de coleta, rastreamento e tratamento de resíduos infectantes, biológicos, e os resíduos de classe um, tanto originados pelos  laboratórios da Companhia, do setor médico, das oficinas, e dar continuidade aos contratos de colaboração junto com as cooperativas de catadores, dando continuidade ao trabalho junto a Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju – CARE, mediante a coleta e pesagem do papel, papelão e plástico. Outros resíduos que precisam de uma triagem maior e de uma destinação ideal cumprindo as normas de regulamentação brasileira, será através de uma empresa que será contratada e que fará a coleta, pesagem, e a destinação correta, onde teremos o rastreamento de todo esse material como eletros e eletrônicos, lâmpadas, entre outros. O Ecoponto em si, é para a separação, para que a empresa possa coletar e fazer a destinação correta.


Saneamento Expresso da Deso é destaque na “Semana Interna de Prevenção de Acidentes” do Ferreira Costa, em Aracaju
Ação aconteceu para mobilizar colaboradores da empresa em torno da importância da conscientização ambiental
Os detalhes de todos os processos realizados no tratamento de água e esgoto, que estão no projeto itinerante de Educação Ambiental, o “Saneamento Expresso” da Companhia de Saneamento de Sergipe – Deso,  foram acompanhados de perto pelos colaboradores da empresa Ferreira Costa, em Aracaju, que puderam entender o  passo a passo do saneamento, contato de forma lúdica, por meio de uma maquete e vídeos, sob orientações da Gerência Socioambiental – GESA.
De acordo com a Coordenação de Educação Ambiental da Deso, em torno de 200 funcionários realizaram a visita, sempre monitorados com base na higienização e distanciamento que o momento exige. A intenção foi de promover uma ação do programa Saneamento Expresso, alusivo a SIPAT do Ferreira Costa, pois são grandes parceiros da Deso. O objetivo é alinhar a proposta de conscientização ambiental da Deso, juntamente com as práticas do Ferreira Costa e implementarmos as ideias de sustentabilidade, que já são desenvolvidas. 
Segundo Wanderleyson Santana, gerente de Operações do Ferreira Costa,  a experiência em trazer o ônibus da Deso para a loja é de informar os  colaboradores, a importância do uso consciente da água. “É um papel importante, tanto por parte da empresa quanto da Companhia de Saneamento, pois temos uma preocupação grande em trabalhar a redução de poluentes, e somos pioneiros em Estação de Tratamento de água, pois reutilizamos água da chuva para fazer a irrigação e para uso nos banheiros. Temos a preocupação em buscarmos melhores tecnologias, a exemplo da instalação de carregadores para carros elétricos, que também somos pioneiros no Nordeste. Com base em tudo isso, reforço a importância da conscientização e educação, pois é assim que conseguiremos colher melhores frutos, principalmente nesse tema tão sensível que é a água e seu uso correto, assim como o saneamento que traz grandes benefícios para a sociedade. Parabenizamos a Deso pela disponibilidade e pela parceria”, disse.
Soraia Montenegro, supervisora de compras, confirma a parceria com a Companhia e  ressalta a importância da ação para os colaboradores. “Nossa parceria com a Deso neste ano, veio através da nossa CIPA, que anteriormente já tínhamos participado da distribuição das mudas e só veio a agregar positivamente. É sempre um incentivo de sucesso ao colaborador, poder fazer com que ele participe na prática de atividade de educação ambiental. Como estamos na semana da SIPAT, conseguimos trazer o “Saneamento Expresso” da Deso, estreitando ainda mais os nossos laços com a empresa. Fazendo com que o nosso colaborador pudesse interagir mais diante das temáticas abordadas, de uma forma bem construtiva. 
Para Rafael Salem, supervisor de manutenção, a atividade é muito interativa. “Uma atividade muito dinâmica, que explica melhor como podemos captar a água, no que se refere a Aracaju e principalemente no contexto do Estado. Não sabia a quantidade de processos com relação a extensão da rede e de como os procedimentos acontecem até chegar as residências. Como sou da área de manutenção, já tenho uma certa noção, mas com as explicações da equipe da Deso e principalmente a maquete que fica exposta dentro do Saneamento Expresso, conseguimos visualizar melhor, além de termos a opção de sanar dúvidas a respeito. É uma ação que traz consciência para todos os participantes”, ressalta.
“Uma experiência enriquecedora, pois não temos noção de todo o processo para o tratamento de água. Achamos que ela chega até nossas casas com menos protocolos, mas são muitas demandas para poder ter um bom tratamento. Vou guardar todas as informações para usar no meu dia a dia. Só temos a agradecer a Deso pela parceria e que novas possam surgir”, finalizou Aline Miranda, assistente admnistrativo. 

A Assembleia Legislativa de Sergipe realiza a segunda edição do Fórum itinerante – Plano de Desenvolvimento de Sergipe

A segunda apresentação do Fórum Itinerante – Plano de Desenvolvimento de Sergipe aconteceu no dia 14 de setembro, em Lagarto/SE, um dos importantes polos econômicos do Estado.

Realizado em parceria com a Fundação D. Cabral, o PDS é um estudo dos setores produtivos dos 75 municípios do Estado e tem a função de apontar caminhos e possibilidades para investimentos.

O evento teve início no município de Nossa Senhora do Socorro e pretende percorrer as principais regiões do Estado. Em Lagarto, além da equipe técnica da Alese, representantes do Poder Executivo, Parlamentares Municipais, Estaduais e Federais, Instituições privadas e Organizações sem fins lucrativos estiveram presentes.

Para o vice-Prefeito de Lagato, Fábio Frank, a realização do evento na cidade vai contribuir bastante, uma vez que acrescentar as informações à experiência do município. Para Amilton Fontes, Presidente da Câmara Municipal, o plano vai ajudar a cidade a se desenvolver muito mais, em vários setores – comércio e turismo, por exemplo.

Plano de Desenvolvimento de Sergipe
Porque acreditamos no nosso Futuro
Assembleia Legislativa de Sergipe

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