Luiz Eduardo Costa
Luiz Eduardo Costa, é jornalista, escritor, ambientalista, membro da Academia Sergipana de Letras e da Academia Maçônica de Letras e Ciências. Além desse blog, é colunista do Portal F5 News.
TEXTOS ANIVIRAIS (40)
30/11/2020
TEXTOS ANIVIRAIS (40)

2 DE DEZEMBRO DE 2020 O “DAY AFTER” DE SERGIPE

(A petrobras sufocou Sergipe, agora poderá tirá-lo desse sufoco. Sem fazer favor só Justiça)

Aquilo que cientistas e pensadores sempre advertiam a respeito de um conflito nuclear, o vanguardista cinema americano consagrou em filme: o pavor terrificante que seria o dia derradeiro, o clímax do Armagedon, ou seja, o dia subsequente a uma guerra total entre as grandes potências nucleares, com o emprego massivo dos seus arsenais atômicos. Isso aconteceu no início da década dos oitenta, quando a “guerra fria” entre comunismo e capitalismo ensejava episódios cíclicos de esquentamento e esfriamento.

O filme chamava-se “Day After”, e o nome foi incorporado ao vocabulário universal como palavra emblemática, aludindo a anunciadas tragédias, ao futuro duvidoso.

O cenário do filme era um cataclismo planetário. A raça humana, ou o pouco que dela escapou teria regredido, indo, após a barbárie da insensatez, reencontrar-se com as suas mais primitivas formas de vida. As grandes cidades americanas e da antiga União Soviética, estavam arrasadas, e uma poeira cinza, radioativa, cobria o planeta disseminando a morte.

No início da década dos sessenta, em preto e branco, o filme francês, Hiroshima Mon Amour foi precariamente projetado numa sala da antiga Faculdade de Direito, patrocinado pelo Diretório Acadêmico. O filme costeando a poesia, o drama e a tragédia, mostrava o dia seguinte, após a devastação de Hiroshima em agosto de 1945. Essa exibição aconteceu pouco depois do episódio em que a loucura delirante de um ditador nascente, Fidel Castro, quase leva o mundo à beira da catástrofe.

Hiroshima Mon Amour era um cântico ao amor e a paz, tornou-se objeto de debates estimulados pelo portentoso intelectual Ezequiel Monteiro, e surgiram sobre ele vários escritos e interpretações diversas. Isso, num tempo delirante de psicose guerreira ou revolucionária, era um bálsamo oferecido ao sentimento de paz.

Naquele episódio, o quase “casus belli” dos foguetes em Cuba, o telefone vermelho oportunamente utilizado pelos dois líderes, Kennedy, na Casa Branca, e Nikita Kruschev no Kremlin, fez nascer um acordo, uma nova linha de Tordesilhas a dividir o mundo. A frota russa que conduzia mais foguetes com ogivas nucleares para Cuba, onde Fidel ansiosa e inconsequentemente os aguardava, deu meia volta. A esquadra de batalha americana retornou do meio do Atlântico, onde a guerra seria iniciada. Depois disso, os lideres mundiais entenderam que a “guerra fria” deveria prosseguir, mas, sem nenhum episódio que a transformasse em “quente,” ou seja, com o emprego dos arsenais atômicos.

Se fez o acordo que a esquerda revolucionária latino-americana nunca chegou a entender: o lado comunista não seria incomodado nas posições que já conquistara, inclusive Cuba, e a hegemonia americana não desapareceria da sua órbita de influência, onde se achava incluída toda a América Latina. O que isso significava? Simples, qualquer revolução de esquerda em qualquer ponto da latino-américa seria esmagada pelas tropas americanas, diante, apenas, de protestos formais de Moscou, Pequim e Havana. Assim, o mundo conseguiu viver o seu mais longo período histórico de paz. Apenas, com episódios bélicos isolados, sem o confronto definitivo entre os possuidores de armamento nuclear.

Depois de tantos rodeios, voltemos ao que de fato nos interessa. O nosso “Day After” sergipaníssimo, o dia em que se consumará a catástrofe, ou se firmará, neste pequeno território a convicção de que, de fato, somos um Ente Federativo, a merecer, no mínimo, aquilo a que temos direito; e aquilo que concretamente poderemos oferecer ao Brasil. E que não é pouco.

Nesse primeiro de dezembro, salvo algum inesperado acidente de percurso, a Petrobrás anunciará ao Brasil, aos seus acionistas, o seu Plano de Investimentos, concentrados agora, exclusivamente em águas profundas, depois da partilha da desmembrada empresa entre felizes contemplados.

Existem, comprovadas pela sísmica, com mais de 90% de assertividade, em águas profundas de Sergipe alguns campos fabulosamente ricos em óleo e gás.

Explorar imediatamente esses campos, seria uma questão não só técnica e econômica, mas, em primeiro lugar, de coerência moral da própria Petrobras. A empresa está aqui instalada desde fins da década dos anos cinquenta; produzindo petróleo desde 1963, e também gás em grande quantidade a partir das descobertas em águas rasas em 1968, pela primeira vez no Brasil. Para honrar e dar credibilidade às suas afirmações os dirigentes da Petrobras, sempre tão descuidados e esquivos em relação a Sergipe e ao nordeste, estariam eticamente obrigados a dar a Sergipe a prioridade merecida.

A Petrobras causou um imenso e irreparável prejuízo a Sergipe, daqui retirando-se sem dar maiores satisfações, fazendo tudo apressadamente, como se estivesse cometendo um furto. Na verdade foi outro tipo de crime, praticado contra o respeito à dignidade humana, por ter tirado o pão da boca de milhares de sergipanos. Tudo começou com a FAFEN, paralisada há mais de dois anos, dentro daquela estratégia indecente de fechar as portas para depois vender a ferrugem e a sucata.

A Petrobras, na lógica empresarial que se supunha existir, deveria investir em Sergipe nos próximos cinco anos algo em torno de uns dez bilhões de reais, se chegar a cinco, já estaria de bom tamanho. Os poços seriam perfurados no próximo ano, e assim recomeçaria a respirar a economia sergipana, sobretudo, pela certeza da oferta de gás, que é fundamental para que a cadeia produtiva efetivamente se forme. Hoje, tudo isso está paralisado, e deixamos de receber o fluxo dos esperados investimentos. A tão propalada “era do gás” agora está num decepcionante compasso de espera. Enquanto isso, desabam as receitas públicas, desaba a própria esperança.

O futuro de Sergipe estará duramente afetado, o presente tornando-se uma era de sofrimentos e incertezas, caso, em consequência do que acontecerá nesse dia primeiro de janeiro, o “day after” venha ser de frustrante decepção, ao invés de um início esperançoso daquela primavera que a Petrobras nos teria podido realizar.

Ficaria, então, exposta a negligência, a completa ausência de sensibilidade, o completo descompasso do Governo Federal com o interesse público, com a lógica sensata da economia.

Seria, de fato, o nosso “ Day After”.

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A POLÍTICA VOLTANDO A SER POLÍTICA 

(Edvaldo venceu e ampliou seus espaços na política sergipana. Daniele perdeu mas foi bem votada. Se for mais política e menos xerife poderá ampliar espaços. Márcio e Rodrigo precisarão ressuscitar)

Não existe política nova ou política velha. Existe a política como único instrumento para que, coletivamente, se alcance uma sociedade justa.

Os que anunciaram a “nova política” os que tentaram ser “políticos” maldizendo a política e desrespeitando as instituições, os que imaginaram que o ódio seria uma forma de subjugar e demolir adversários, estes, estão esmagados pela ausência de votos, e desmoralizados pelo discurso oco que produziram.

A política brasileira, após essas eleições de segundo turno retorna ao leito normal, de onde nunca deveria ter sido afastada.

Houve um alongado período de desconstrução da política, e desmoralização da classe politica, que, de tanto produzir resultados em votos com a eleição de Bolsonaro, logo seria entendido como um primeiro passo para o percurso de um desvairado caminho, que nos levaria ao totalitarismo da extrema direita.

Seria infantilidade ou farsa não admitir que a culpa por tudo o que nos aconteceu, tenha suas origens naquele processo anterior em que a politica transformou-se no meio mais eficaz para o assalto aos cofres públicos. Desacreditou-se a politica e desacreditaram-se os políticos. E isso aconteceu num momento em que a extrema direita planetária, tentava conquistar espaços através da incontinência negacionista- fanático-extremista, que se instalara com Donald Trump no topo do poder do país mais poderoso do mundo.

De lá ele já foi repelido pela sensatez equilibrada da sociedade americana, inclusive pelos seus setores mais sintonizados com o establishment, e o seu anglo-saxônico ingrediente para formatar um conservadorismo que não repele a evolução da humanidade.

Por aqui, afundamos na estupidez de uma pequena horda que se exibia nas ruas fantasiando-se de um verde e amarelo, agressivamente exibindo armas, e supondo que a intolerância venceria a sensatez.

Um Crivella, malandrão da fé utilitária, quis fazer do Rio de Janeiro uma terra tristemente medieval, fanaticamente opondo-se à alegria de viver, de ter o samba, o carnaval, a liberdade de usufruir a vida, e não aquela pretensa “liberdade” para conservar preconceitos, e até os impor pela força da repressão e das armas.

Crivella foi banido, e Eduardo Paes que não é um novo politico, pelo contrário, é um jovem e experiente político, por isso revelando competência e tirocínio, foi consagrado e respondeu cantando em dueto com o reeleito prefeito de São Paulo, Bruno Covas: “É possível fazer política sem ódio”.

E é só isso que os brasileiros querem. Politica dentro da normalidade da politica, política sem estar contaminada pelas ameaças de “intervenções”, de colapsos institucionais artificialmente provocados.

O Brasil absolutamente não é o “cercadinho” onde o presidente dedica-se a desconstruir o que poderia ser o seu próprio governo, bem sucedido, se transitasse nos limites da normalidade, que agora as urnas sinalizam com eloquência.

Ninguém alcança o poder sendo “não político”, ou demolindo a política.

Todos os que chegaram anunciando esses propósitos desconexos, e apenas turbulentamente inconsequentes, em pouco tempo se foram dissolvendo.

A política ressurge no Brasil, e a esquerda, no caso a do o PT, da deslumbrada equivocada Gleisy Hoffmman, poderia reconhecer que já tradou, e talvez tenha passado a hora para fazer uma autocritica, reconhecer os erros, deixar de enxergar por trás da desdita da queda de Dilma, da prisão do Lula, apenas, o resultado das supostas conspirações da “direita golpista”, e da verdadeira ausência de caráter de um juiz oportunista, Sérgio Moro. O golpe do impeachment foi liderado por um “aliado insatisfeito”, um paulista que tinha dificuldade para eleger-se deputado, e Lula o foi buscar para ser vice, e assim o PT contar com a poderosa máquina corrupta de grande parte do MDB e do Centrão. Então, todos juntos e alegres, tanto quanto irresponsáveis, dançaram o Funk indecente da amoralidade pública, tendo como DJs um Geddel Vieira Lima, um Sérgio Cabral.

Tutti buona gente”. A nossa máfia transcende as siglas partidárias, e não acabou continua existindo, agindo, operando, agora sob forma diversa.

Mas é perfeitamente possível corrigir, não de maneira abrupta, imediata, mas, sensatamente, através da própria política, encontrando fórmulas permanentes para reduzir o ilícito, para criar mecanismos sociais de controle. Não se combate corrupção vomitando bravatas.

E não serão delegados, juízes, promotores, militares, empresários, dizendo-se não políticos, inimigos da política, adversários dos políticos que farão o milagre.

Para isso nada melhor do que o sentimento popular, a avaliação do povo que se manifesta numa eleição tal e qual esta, que acabamos de viver.

Em Sergipe nem sequer falou-se em Bolsonaro. Os que tentaram escorar-se no nome dele, tiveram um deplorável desempenho nas urnas. Já o PT depois que Márcio se viu derrotado ao lado do fracassado dublê de Mussolini, acordou, postando mensagens de mobilização, destacando o 13 e outros números de partidos que comporiam uma nova frente de esquerda. Mas, como dar conteúdo a uma esquerda que pintou de um vermelho oportunista alguns aventureiros, e venceu a eleição em Canindé prendendo-se aos bolsos de agiotas, para fazer compra escancarada de votos?

O desempenho de Boulos, poderá revelar um novo caminho para uma esquerda tendo conteúdo programático. Se pautar suas ações pela moderação, poderá transformar-se, no futuro, naquela alternativa que as sociedades democráticas sempre devem oferecer: centro, direita e esquerda, cada um capaz de exercer o poder dentro de um sistema tranquilamente possível, de governos em rodízio.

É esse modelo democrático que conseguimos quase alcançar, que agora se transformou num cenário de ódios, resultantes de erros parte a parte cometidos, e as eleições ajudam a refazer.

Em Aracaju aconteceu o esperado, Edvaldo venceu, vai para um quarto mandato, e isso demonstra que ele alcançou sucesso como administrador e político.

A delegada Daniele, se souber conter seus arroubos de Xerife da moralidade pública, nada mais do que uma bravata que meses atrás encontrou boa receptividade, e agora esgotou-se, poderá conquistar um espaço na política, com mais reflexão, menos impetuosidade agressiva, que pode transparecer arrogância. Ela revelou-se capaz de angariar votos, de somar apoios, e nesse seu batismo lustral na política, deixou de ser pagã, e agora poderá pleitear espaços com perspectivas de sucesso, por enquanto em cargos proporcionais, onde, por incrível que pareça, terá mais dificuldade de conseguir votos. A garimpagem é mais complicada, todavia, resulta em aprendizados utilíssimos.

A tentativa de desmontar Edvaldo classificando-o como incompetente ou corrupto, e apontando suas ligações com Belivaldo, na prática não surtiu efeito.

Edvaldo firmou a imagem de um bom gestor, Belivaldo, equilibrou-se, e atravessou a pandemia, paga o 13º integral agora dia 17, regularizou o pagamento da folha, melhorou a situação da saúde e da segurança, e tem hoje capacidade financeira para reconstruir todas as principais estradas do estado , avança em outras obras, e na educação vai fazendo crescer a rede de escolas em tempo integral, levando profissionalismo ao turismo, já revela resultados. Ou seja, não há desastres à vista.

Em Sergipe o balanço das eleições pode revelar o ocaso de lideranças tradicionais, o surgimento de novas e a tendência para a formação de um centro com densidade eleitoral, podendo fazer concessões tanto à esquerda como a direita, e com esse perfil, repetir o sucesso em 2022.

Mas o senador Rogério Carvalho, ao que tudo indica não desistirá de concorrer ao governo do estado. Terá capital para isso, capital mesmo, no estrito significado do termo, e assim, o outro essencial, o capital eleitoral, lhe será mais fácil de alcançar.

Já o senador Alessandro Vieira, após a derrota em Aracaju, e ausência de força no interior, poderá rever o que já estava quase decidido, que seria disputar o governo. Tanto ele como Rogério, teriam a oportunidade perfeita, porque, perdendo a eleição, permanecem senadores.

INFORME DESO

"Programa Deso sustentabilidade" leva capacitação para funcionários

Um dos objetivos é conscientizar e ofertar formação continuada em “educação ambiental”

A Companhia de Saneamento de Sergipe - Deso, por meio da diretoria de meio ambiente e expansão (DMAE), gerência socioambiental (GESA), coordenação de educação ambiental (CEAM) e gerência de coleta e tratamento dos sistemas regionais (GCTR), promoveu cursos de capacitação do "programa deso sustentabilidade" no distrito sul, em Aracaju, e nos municípios de Simão Dias, Nossa Senhora das Dores, Brejo Grande e Santa Luzia do Itanhy, com o objetivo de fornecer uma formação continuada em educação ambiental para a força de trabalho da empresa.

Com o tema "saúde, meio ambiente e sustentabilidade", a capacitação aconteceu inicialmente no distrito sul e depois prosseguiu para os quatro municípios. a ação foi voltada aos empregados e colaboradores das estações de tratamento de esgoto sanitário da companhia, contando com uma dinâmica e palestras a respeito da "educação ambiental e cidadania", "o uso correto dos epi's" e "doenças virais transmitidas por veiculação hídrica", além de uma roda de conversa sobre "a importância do tratamento adequado de efluentes domésticos".

De acordo com a coordenação de educação ambiental da Deso, a capacitação proporcionou mais conhecimento para os colaboradores da empresa e ainda gerou conscientização a respeito das temáticas tratadas. o retorno dos colaboradores foi melhor do que esperado, pois eles contaram que já conheciam alguns assuntos abordados, mas não na íntegra, então foi levado mais conhecimento para eles. atualmente existe uma necessidade ainda maior de falarmos sobre esses temas, principalmente quando tratamos das questões ambientais ligadas ao dia a dia dos funcionários. além disso, é criada uma conscientização, que é o papel principal da educação ambiental.

Destaca-se ainda a integração entre os cinco setores da empresa que ministraram as palestras e com a repercussão da iniciativa, foi solicitado um novo projeto voltado para toda a força de trabalho. todos os cinco envolvidos, assistente social, educação ambiental, estação de tratamento de esgoto, gestão de saúde e segurança do trabalho, abordaram o tema 'saúde, meio ambiente e sustentabilidade' e a maioria deles, marcaram presença para prestigiar os colegas que ministraram a palestra, sendo pontuada uma integração entre eles e com quem recebeu a capacitação.

Deso promove ação solidária e disponibiliza doação de sangue entre os funcionários

Em parceria com o Hemose, a companhia de saneamento de sergipe organizou toda a estrutura interna para a coleta no auditório da sede.

A iniciativa da companhia de saneamento de Sergipe - Deso em mobilizar os funcionários para a doação de sangue superou as expectativas. aproximadamente 130 funcionários se inscreveram e 82 estiveram aptos ( após a triagem) e efetuaram a doação, em uma estrutura montada com todos os requisitos de segurança e higienização, aprovados pela vigilância sanitária e pelo centro de hemoterapia de Sergipe - Hemose, contabilizando um resultado bastante importante e positivo em ajudar a quem precisa, além de colaborar com os estoques, tão comprometidos em tempos de pandemia.

Para a presidência da Deso, a campanha mostra o compromisso da Deso com a população sergipana. é uma parceria muito importante onde os colaboradores da Deso que se engajaram na campanha estão de parabéns, assim como todos que fazem o Hemose, que trouxe o centro para a empresa e que fosse feita essa campanha de doação de sangue. a Deso, que trabalha com qualidade de vida, saneamento, água, esgotamento sanitário, também tem que estar junto nesses momentos que a sociedade precisa. em um momento de pandemia, é muito mais importante que os seres humanos doem um pouco de si e, nesse caso, doando sangue para que possamos salvar outras vidas.

Segundo a diretora geral da fundação de saúde parreiras horta, a ação é de uma importância sem tamanho, no momento crítico que os estoques estão passando. a Deso sempre foi presente, e essa não é a primeira vez que acontece uma parceria com a empresa. quando a sociedade se une nesse sentimento de ajudar ao próximo, só temos a ganhar. todos os cuidados foram tomados, o distanciamento, a higienização do local onde a doação aconteceu. a Deso vem mostrando seu perfil de solidariedade às pessoas que precisam. ressaltando que, para as pessoas fazerem a doação, devem estar em bom estado de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50kg, ter se alimentado antes da doação. tudo isso é observado na nossa pré-triagem e na triagem clínica. tudo que acontece no Hemose é reproduzido na coleta externa para trazer segurança para os doadores.

De acordo com a diretoria de gestão corporativa da Deso, é um momento de agradecimento a todos os envolvidos. a adesão dos colaboradores foi imensa, e mais de 400 pessoas serão beneficiadas, podendo salvar vidas. gratidão aos colaboradores pelo sucesso da ação, a organização que foi feita também pelos colaboradores junto com os funcionários do Hemose. com o sucesso que foi essa ação, será estudada a possibilidade de trazer novamente o Hemose e de transformarmos o evento em mais dias.

Programa saneamento expresso' é referência para estudantes da universidade federal de Sergipe

O grupo visitou a unidade móvel, nas dependências da Deso, onde recebeu informações sobre todo o funcionamento

o 'programa saneamento expresso' é um projeto de educação ambiental, desenvolvido pela companhia de saneamento de Sergipe – Deso, que visa apresentar de forma lúdica e itinerante, o passo a passo do saneamento à população. é apresentada uma maquete dentro de um ônibus, que detalha todos os processos realizados no tratamento de água e esgoto. com base nisso, estudantes do curso de especialização em recursos hídricos e meio ambiente da universidade federal de Sergipe, decidiram escolher o programa da companhia como tema principal sobre um trabalho a ser apresentado por eles.

Segundo a coordenação de educação ambiental da Deso, a ação foi a primeira desde que começou a pandemia. foi uma solicitação feita por alunos da especialização em recursos hídricos e meio ambiente da UFS com o intuito de utilizar o ônibus como ferramenta para um estudo. seis alunos participaram e obedecemos a todas as medidas sanitárias estabelecidas, trabalhando com a capacidade máxima de 30% do ônibus.

Para a pedagoga e estudante do curso de especialização em recursos hídricos e meio ambiente da UFS, Gilvanda Conceição, a visita surgiu de um trabalho do curso e o saneamento expresso representa uma vitrine de conscientização ambiental para a população. “o professor solicitou que fizéssemos um trabalho sobre recursos hídricos, então, diante de várias expectativas, surgiu a ideia de conversarmos com a Deso, já que a empresa faz um trabalho de saneamento e preservação ambiental. como sabemos que a companhia abrange praticamente todo o estado de Sergipe, então por que não fazermos o trabalho com ela? se as pessoas verem as maquetes que estão no saneamento expresso, todo o trabalho de tratamento da água, para mim vai ser uma vitrine para encantar a população pela visão e conscientização ambiental”, ressaltou.

Exposição “museus na Deso” reforça a sergipanidade

Durante toda a semana, peças históricas estarão expostas no auditório central da companhia, aberto a visitação dos funcionários

a sergipanidade está em evidência no auditório central da companhia de saneamento de Sergipe – Deso. durante uma semana, várias peças, vindas de cinco museus do estado, estiveram expostas na empresa, com o intuito de ressaltar a cultura local, além de aproximar os visitantes da história de Sergipe e estimular o conhecimento. na abertura do evento, os funcionários marcaram presença e puderam fazer uma visita guiada.

De acordo com a diretoria de gestão corporativa da Deso, o “dia da sergipanidade”, comemorado no último dia 24 de outubro, é uma data comemorativa para lembrar aos

sergipanos da importância de valorizar a cultura local, por isso a exposição dos museus surgiu para levar conhecimento aos funcionários da empresa. foi um dia para lembrarmos de cultivar a nossa arte, elogiar nossos historiadores e levar no sangue a preservação da cultura, história, música, artes, além de conhecermos mais sobre a nossa história. o agradecimento especial foi para a fundação aperipê, que juntamente com a Deso oportunizou o momento aos funcionários no ano em que é comemorado os 200 anos de emancipação política do estado. uma oportunidade ímpar para os os colaboradores.

Para a diretoria de operação e manutenção, a exposição incentiva os funcionários a saberem mais sobre Sergipe e a empresa está sempre inserida no incentivo a cultura sergipana. a iniciativa da empresa em trazer cultura para os funcionários está de parabéns, pois no dia a dia muitas vezes não temos tempo de visitar nossos museus, conhecer um pouco mais da nossa arte e história. para a diretoria de meio ambiente e expansão, a iniciativa proporciona conhecimento aos funcionários com essa iniciativa em alusão ao “dia da sergipanidade”, teremos a possibilidade de aproximar nossos colegas da história de Sergipe e proporcionar conhecimento sobre o acervo desses museus.

Visitação

Segundo a direção do museu histórico de Sergipe, é o segundo ano de exposições de museus do estado e a iniciativa promove uma aproximação à comunidade. este ano, os museus estão fechados por conta da pandemia, mas a exposição está acontecendo na Deso com todas as medidas de segurança contra a covid-19. por se tratar de um período onde estamos vivendo em pandemia, o museu se encontra fechado para visitação e, a partir de um convite da Deso, fizemos questão de trazer para os funcionários um pouco do nosso acervo, fazendo essa ligação entre o museu e a comunidade e proporcionado conhecimento com segurança. a Funcap, que é quem cuida desses museus, não poderia deixar de estar presente.

 

 


 

 

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